quarta-feira, agosto 24, 2011

MENSAGEM ''SABER CALAR''


Saber Calar 

Em nossa mente ainda não medimos as consequências do que falamos e muito menos do que pensamos.
Todos somos objetos de comentários desprovidos de Amor, pois saber calar-se antes de tudo é um grande exercício de caridade.
Quantos males poderiam ser evitados se agíssemos com mais moderação?
Quantos males resultam de nossa falta de respeito pelas fraqueNão só de pão vivera o homem, mas de tudo o que sair de sua mente através de sua boca em forma de verbo desprovido de Amor.
Somos sempre vitimas de nossas próprias palavras, cada fala, cada comentário carrega consigo as energias que lhes são semelhantes.
Os comentários maldosos sobre esta ou aquela pessoa má geram em nosso psiquismo ondas desconcertantes que nos farão sintonizarmos com os planos inferiores físicos ou espirituais.
Nossas reservas de luz estão sempre carecendo de reposição continua, pois nossas palavras ainda demonstram nossa falta de bom senso diante das diversidades da vida, infelizmezas de nossos irmãos menos desavisados.
A cada um de nós Deus entrega a missão de convencer-se através da razão de que somos todos irmãos.
Mas é sempre na busca deste pensamento de irmandade que encontraremos nossas grandes dificuldades de exemplificar este tão nobre sentimento de nos aceitarmos como verdadeiros irmãos, respeitando as diferenças e buscando sempre a atual necessidade de toda a humanidade o AMOR.
Quando nossa mente se harmoniza, nossa boca silencia, nossa alma ensaia versos de amor, reproduzindo melhores palavras nos diálogos com nosso semelhante.
Saber calar é aprender a compreender nossos amigos de caminhada terrena, entendendo que não são os sãos que precisam de médico, mas sim os doentes.
Não temeis mal algum, lembre-se a cada um segundo o que pensou e o que fez de suas obras.
Deus jamais coloca fardos pesados em ombros fracos e onde estiver um ou mais reunidos em meu nome ali também estará “JESUS”.
 (D.A.R.!!!)

domingo, agosto 21, 2011

UMA CARTA PARA O SR. ALLAN KARDEC



Com a minha gratidão, remeto-lhe o livro anexo, bem como a sua história, rogando-lhe, antes de tudo, prosseguir em suas tarefas de esclarecimento da Humanidade, pois tenho fortes razões para isso.
Allan Kardec, o Codificador da Doutrina Espírita, naquela triste manhã de abril de 1860, estava exausto, acabrunhado. Fazia frio. Muito embora a consolidação da Sociedade Espírita de Paris e a promissora venda de livros, escasseava o dinheiro para a obra gigantesca que os Espíritos Superiores lhe haviam colocado nas mãos. A pressão aumentava Missivas sarcásticas avolumavam-se à mesa.
Quando mais desalentado se mostrava, chega a paciente esposa, Madame Rivail – a doce Gabi -, a entregar-lhe certa encomenda, cuidadosamente apresentada.
O professor abriu o embrulho, encontrando uma carta singela. E leu. "Sr. Allan Kardec: Respeitoso abraço.
Com a minha gratidão, remeto-lhe o livro anexo, bem como a sua história, rogando-lhe, antes de tudo, prosseguir em suas tarefas de esclarecimento da Humanidade, pois tenho fortes razões para isso.
Sou encadernador desde a meninice, trabalhando em grande casa desta capital.
Há cerca de dois anos casei-me com aquela que se revelou minha companheira ideal. Nossa vida corria normalmente e tudo era alegria e esperança, quando, no início deste ano, de modo inesperado, minha Antoinette partiu desta vida, levada por sorrateira moléstia. Meu desespero foi indescritível e julguei-me condenado ao desamparo extremo. Sem confiança em Deus, sentindo as necessidades do homem do mundo e vivendo com as dúvidas aflitivas de nosso século, resolvera seguir o caminho de tantos outros, ante a fatalidade… A prova da separação vencera-me, e eu não passava, agora, de trapo humano.
Faltava ao trabalho e meu chefe, reto e ríspido, ameaçava-me com a dispensa. Minhas forças fugiam.
Namorara diversas vezes o Sena e acabei planeando o suicídio. "Seria fácil, não sei nadar"- pensava.
Sucediam-se noites de insônia e dias de angústia. Em madrugada fria, quando as preocupações e o desânimo me dominaram mais fortemente, busquei a ponte Marie. Olhei em torno, contemplando a corrente… E, ao fixar a mão direita para atirar-me, toquei um objeto algo molhado que se deslocou da amurada, caindo-me aos pés. Surpreendido, distingui um livro que o orvalho umedecera. Tomei o volume nas mãos e, procurando a luz mortiça do poste vizinho, pude ler, logo no frontispício, entre irritado e curioso:
"Esta obra salvou-me a vida. Leia-a com atenção e tenha bom proveito. – A. Laurent."
Estupefato, li a obra – "O Livro dos Espíritos" – ao qual acrescentei breve mensagem, volume esse que passo às suas mãos abnegadas, autorizando o distinto amigo a fazer dele o que lhe aprouver." 
Ainda constava da mensagem agradecimentos finais, a assinatura, a data e o endereço do remetente.
O Codificador desempacotou, então, um exemplar de "O Livro dos Espíritos" ricamente encadernado, em cuja capa viu as iniciais do seu pseudônimo e na página do frontispício, levemente manchada, leu com emoção não somente a observação a que o missivista se referira, mas também outra, em letra firme:
"Salvou-me também. Deus abençoe as almas que cooperaram em sua publicação. – Joseph Perrier. "
Após a leitura da carta providencial, o Professor Rivail experimentou nova luz a banhá-lo por dentro…
Aconchegando o livro ao peito, raciocinava, não mais em termos de desânimo ou sofrimento, mas sim na pauta de radiosa esperança. Era preciso continuar, desculpar as injúrias, abraçar o sacrifício e desconhecer as pedradas… Diante de seu espírito turbilhonava o mundo necessitado de renovação e consolo.
Allan Kardec levantou-se da velha poltrona, abriu a janela à sua frente, contemplando a via pública, onde passavam operários e mulheres do povo, crianças e velhinhos…
O notável obreiro da Grande Revelação respirou a longos haustos, e, antes de retomar a caneta para o serviço costumeiro, levou o lenço aos olhos e limpou uma lágrima…"
(Hilário Silva – O Espírito da Verdade, 52, FEB)

sexta-feira, agosto 05, 2011

JESUS EM TUA CASA


                                                      Jesus em Tua casa

Nunca desanimes deixando que as ingratidões do caminho, encontrem pousada em teu coração.
Deixe que os bons ventos do amor e do perdão levem para longe de ti dissipando as de tua alma.
Não devemos nos entregar a lamentações que viciam nossos mais nobres ideais de progresso, cultive a serenidade, e persevere no cultivo das boas obras, pois elas te aproximarão ainda mais do criador.
Em teu lar, edifique um compromisso com Jesus, convidando-o para que te visite sempre, mas que este encontro seja sempre velado com disciplina,respeito e com uma visita periódica que trará para teu lar as bênçãos que a tua família necessita.
Quem cultiva o evangelho no lar,esta buscando para si mesmo a sua própria afirmação como espírito imortal.
Para que a harmonia esteja sempre presente em teu lar pense como seria “Jesus em tua casa” e com as bênçãos de Deus o teu lar e a tua vida terá sempre muita Paz e luz.
Que a brisa do amor divino aqueça tua alma não permitindo que venhas mais uma vez cair diante de tuas provas.